Cá estou eu de novo! E de novo com mais indignações á apontar.
Este país vai de mal a pior, o clima de insegurança social cresce a cada minuto que passa, ou devo dizer a cada notícia publicada nos jornais ou noticiadas fervorosamente nos telejornais. Isto são urgências que vão ser encerradas, é as populações revoltadas e ministros que não se explicam, é os chamados “chicos espertos que metem ao bolso” dinheiros públicos ou então cobram a sua influência e poder aquém lhe pagar bem e trouxer boas contrapartidas. È alarmante que sobretudo no sector da administração pública acontecem casos graves, são os municípios, são os clubes de futebol ou associações ligadas ao futebol, são universidades e o mais grave é que não são fenómenos isolados verificam-se por todo país e mais uma vez a culpa e a suspeita morre solteira porque os tribunais funcionam muito lentamente, é como eu chamo “Justiça caracol”!
É frustrante vermos a falta da confiança das pessoas, no fundo nos deixamos de acreditar nas instituições públicas, na sociedade e até na economia. A saúde está num estado lastimável o ministro atira propostas para o serviços e espera que eles tenham resultados, tal e qual um cientista que testa uma nova experiência, embora um cientista tenha um método de estudo definido que o orienta, parece que esse trabalho que precede a experiência em faltado tal é a vontade que a experiência dê resultados.
Porque isto não é so buscar políticas que nos outros países funciona bem e transpô-las para o pais a pensar que vão dar certo, partindo do pressuposto que se deu no país x também resulta no nosso. Meus amigos as políticas até podem ser boas mas só resultam em determinada sociedade, determinada organização. Acho que deve haver um estudo prévio, mas um estudo que analise profundamente, que analise de perto a situação em concreto, que não veja como um espectador mas como um agente, para que depois se proceda a um adaptação das políticas tendo em conta a realidade do objecto em causa, não uma mera analise superficial.
Mas esta situação verifica-se também ao nível da educação que cada ver é mais reformulada e cada vez mais entra para um beco sem saída. Isto não é só aproximar cargas horárias ás dos países da união europeia, nem muito menos aproximar método de estudo ou uma determinada terminologia de cursos e das matérias leccionáveis, como é o descalabro do processo de Bolonha. Nada contra, embora ache enquanto aluna uma boa ideia de dar mais autonomia aos estudantes, no entanto os estudantes portugueses e a estrutura de aprendizagem pela qual passaram ainda não caminha para esse sentido.
Indignação atrás de indignação ficamos cada vez mais deprimidos, por isso acho de devemos fazer um pouco como os brasileiros “botar á cabeça pra cima e olhar em frente”, quero eu dizer que cada um de nõs deve consciencializar-se para os problemas e tentar minimiza-los ou resolve-los e se todos trabalharmos para isso enquanto sociedade, com certeza aos poucos vamos nos tornando melhores, bem como tudo o que fizermos.
“Um bater de asas de uma borboleta em Nova York, pode-se transformar numa tempestade no outro lado do mundo” (efeito borboleta)
Farpas significa pequenas lascas de madeira ou dito agressivo, mordaz!! Outras vezes "meiguinho" e é mais ou menos isso que se passa aqui pelo blog!
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Após o meu afastamento forçado do meu blog por motivos atendíveis, quero eu dizer exames, frequências um drama esta se mesmo a ver!
Isto porque se ser estudante não é “pêra doce”!
Ora aí esta uma coisa que me indignou bastante a uns dias atrás, ora se somos todos estudantes, está claro que ser estudante académico é outra coisa, uma emancipação face ao ensino secundário, aliás como diz a minha avó “coitadinhos deixam a fraldinha da mamã”!
Mas considerações á parte o que é certo é que não entendo a querela entre estudantes do ensino politécnico e o ensino universitário, tem vertentes diferentes uma vez que o ensino universitário é mais teórico e o ensino politécnico com uma componente mais técnico. Pois uma colega mais simpática que anda numa Universidade do Porto (como poderia andar noutra) dizia em jeito de desprezo que lá na universidade é que era difícil os professores são muito exigentes e isso traduz na qualidade de ensino e como tal nos alunos (devo apelidá-los de académicos quando desrespeitam os demais colegas que andam no ensino superior), e que os alunos dos ensino superior politécnico só tinham facilidades que faziam o curso “numa boa”. Deixem que lhe digam que essa minha colega tão simpática tinha uma ligeira dorzinha no seu antebraço.
Mas se não é essa minha colega espirituosa é outra pessoa menos informada que desprestigia e despreza o ensino politécnico como sendo de qualidade inferior face ao ensino universitário, dado a sua duração e a componente (ás vezes) técnica.
O que eu chego á conclusão é que toda a gente falta duas qualidades essenciais a tolerância e o respeito pelos outros que é o que falta neste país em que vivemos que se verifica nas coisas mais elementares da vida. Eu tento ser uma pessoa tolerante e que respeita as pessoas (que merecem respeito).
Isto porque se ser estudante não é “pêra doce”!
Ora aí esta uma coisa que me indignou bastante a uns dias atrás, ora se somos todos estudantes, está claro que ser estudante académico é outra coisa, uma emancipação face ao ensino secundário, aliás como diz a minha avó “coitadinhos deixam a fraldinha da mamã”!
Mas considerações á parte o que é certo é que não entendo a querela entre estudantes do ensino politécnico e o ensino universitário, tem vertentes diferentes uma vez que o ensino universitário é mais teórico e o ensino politécnico com uma componente mais técnico. Pois uma colega mais simpática que anda numa Universidade do Porto (como poderia andar noutra) dizia em jeito de desprezo que lá na universidade é que era difícil os professores são muito exigentes e isso traduz na qualidade de ensino e como tal nos alunos (devo apelidá-los de académicos quando desrespeitam os demais colegas que andam no ensino superior), e que os alunos dos ensino superior politécnico só tinham facilidades que faziam o curso “numa boa”. Deixem que lhe digam que essa minha colega tão simpática tinha uma ligeira dorzinha no seu antebraço.
Mas se não é essa minha colega espirituosa é outra pessoa menos informada que desprestigia e despreza o ensino politécnico como sendo de qualidade inferior face ao ensino universitário, dado a sua duração e a componente (ás vezes) técnica.
O que eu chego á conclusão é que toda a gente falta duas qualidades essenciais a tolerância e o respeito pelos outros que é o que falta neste país em que vivemos que se verifica nas coisas mais elementares da vida. Eu tento ser uma pessoa tolerante e que respeita as pessoas (que merecem respeito).
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