Dei por mim a pensar que a praxe por vezes é um local de reflexão profunda.
O Dr ou o Eng exorcizam o seu trauma profundo do seu tempo de caloiro e transmitem a alegria de ser praxado/integrado aos caloiros. Estes por sua vez resumem-se á sua insignificância e repensam o seu papel na praxe, quiça no mundo.
No meio dessa turbulência de pensamentos surge talvez uma verdade filosófica sobre a virgindade.
Como se sabe os caloiros são assexuados, como os anjos, e como tal nem deveriam pensar nisso, mas pensam os marotos! E não é que um deles perante uma questão um tanto ó quanto pertinente e traiçoeira feita por um Dr sobre a sua suposta virgindade (obviamente era uma pergunta sobre o seu signo, por causa do horóscopo) ao qual ele respondeu no alto da sua sabedoria “Somos todos virgens até termos experimentado...”,
Eu pergunto, “experimentado o quê?”, este pensamento foi muito vago (o que esperar de um caloiro!), e numa interpretação restrita diria que não passamos uns virgens neste mundo, nesta vida. Passamos a vida a experimentar sensações e experiências que nos vão enriquecendo como pessoa , não falo no sentido apenas direccionado para a nossa vida sexual, mas sobretudo para o grande desafio que é vivermos numa sociedade cada vez mais competitiva e um tanto ó quanto feroz, ou seja vamos perdendo a virgindade ao longo da nossa vida...
E enfim, em certos aspectos continuaremos a sê-lo...
Concluindo este post..que está a ser uma desgraça...”uma meditação leviana”...dando uma conclusão séria (tentando)..
Meus amigos, muito se fala e talvez banaliza a virgindade, isto porque se limita o seu sentido á pureza e inocência feminina ou masculina, se preferirem, não é que não seja importante, é! Mas tem o seu momento em cada pessoa e apenas lhe diz respeito. Analisando a questão da virgindade e o sábio pensamento “Somos todos virgens até termos experimentado...” Só me resta dizer:
“Vivam e experimentem...”
Farpas significa pequenas lascas de madeira ou dito agressivo, mordaz!! Outras vezes "meiguinho" e é mais ou menos isso que se passa aqui pelo blog!
terça-feira, 23 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Era uma vez...
Por vezes sinto vontade de deixar-me de ironias e escrever sobre coisas sérias, e este post é uma dessas vezes. Temos de fazer uso da voz para falar das coisas perfeitas e nas comunidades perfeitas…que ao longo da nossa vida vamos encontrando. E cá vai…
Era uma vez...
Era uma vez uma escola superior muito organizada e bastante estruturada, onde sistemas informáticos desenvolvem a sua função na maior das perfeições e auxiliam de modo instantâneo os pequenos problemas que surgem( o que é raro!).
Tem um pólo de edifícios com um design discreto e funcional, bem equipados com ar condicionado, projector multimédia e portátil para a preparação das aulas, tem, ainda mobiliário confortável e adequado ás necessidades anatómicas dos alunos.
Tem docentes e funcionários que, na calma, executam o seu trabalho, tendo sempre ao seu dispor todo o material necessário ás suas funções.
Os serviços académicos têm um rácio razoável, funcionários e alunos, que prontamente são atendidos, porque prontamente a informação é disponibilizada pelo politécnico da qual a escola faz parte.
A biblioteca e os laboratórios estão equipados com livros e tecnologia recente.
Os alunos além de simpáticos e muito prestáveis, são bastantes sociáveis e inter ajudam-se, não havendo qualquer sinal de mal-estar ou laivos de pertinência ou arrogância. Muito pelo contrario, quando chegam novos alunos á escola são recebidos com muito carinho e integram-se facilmente no ambiente. E por falar em ambiente, (do melhor !) as pessoas são bastantes simpáticas umas com as outras e afáveis.
Uma escola maravilhosa onde se respira espírito a académico, já para não falar da cidade onde está integrada que responde facilmente ás necessidades de uma comunidade estudantil (alojamento a preços competitivos e bares com aspecto simpático e á escolha do freguês).
Brrr…
Uma utopia…que perseguimos toda a vida!
Aliás, por vezes andamos mal resolvidos connosco, ou porque de uma forma ou doutra somos rejeitados ou temos excesso de confiança e alguma arrogância e não damos conta ou ainda porque andamos alienados do mundo á nossa volta ou por e simplesmente somos egocêntricos, e claro está, surgem mal entendidos porque na maior parte das vezes não sabemos usar da nossa capacidade de sobrevivência e diplomacia que nos é inerente desde os primórdios da humanidade e que nos fez evoluir e conviver em sociedade.
Primeiro de tudo não somos perfeitos, estamos constantemente a apreender e a reinventarmo-nos (se quiserem a inovar), bem como a sociedade e tudo que se desenvolve á nossa volta porque o elemento principal, o elemento coordenador é o Homem e esse não é perfeito. Nada é perfeito apenas melhora a cada segundo…numa constante evolução e esse sim, é o desígnio das coisas (não é direito dos reais é pura filosofia!).
Era uma vez...
Era uma vez uma escola superior muito organizada e bastante estruturada, onde sistemas informáticos desenvolvem a sua função na maior das perfeições e auxiliam de modo instantâneo os pequenos problemas que surgem( o que é raro!).
Tem um pólo de edifícios com um design discreto e funcional, bem equipados com ar condicionado, projector multimédia e portátil para a preparação das aulas, tem, ainda mobiliário confortável e adequado ás necessidades anatómicas dos alunos.
Tem docentes e funcionários que, na calma, executam o seu trabalho, tendo sempre ao seu dispor todo o material necessário ás suas funções.
Os serviços académicos têm um rácio razoável, funcionários e alunos, que prontamente são atendidos, porque prontamente a informação é disponibilizada pelo politécnico da qual a escola faz parte.
A biblioteca e os laboratórios estão equipados com livros e tecnologia recente.
Os alunos além de simpáticos e muito prestáveis, são bastantes sociáveis e inter ajudam-se, não havendo qualquer sinal de mal-estar ou laivos de pertinência ou arrogância. Muito pelo contrario, quando chegam novos alunos á escola são recebidos com muito carinho e integram-se facilmente no ambiente. E por falar em ambiente, (do melhor !) as pessoas são bastantes simpáticas umas com as outras e afáveis.
Uma escola maravilhosa onde se respira espírito a académico, já para não falar da cidade onde está integrada que responde facilmente ás necessidades de uma comunidade estudantil (alojamento a preços competitivos e bares com aspecto simpático e á escolha do freguês).
Brrr…
Uma utopia…que perseguimos toda a vida!
Aliás, por vezes andamos mal resolvidos connosco, ou porque de uma forma ou doutra somos rejeitados ou temos excesso de confiança e alguma arrogância e não damos conta ou ainda porque andamos alienados do mundo á nossa volta ou por e simplesmente somos egocêntricos, e claro está, surgem mal entendidos porque na maior parte das vezes não sabemos usar da nossa capacidade de sobrevivência e diplomacia que nos é inerente desde os primórdios da humanidade e que nos fez evoluir e conviver em sociedade.
Primeiro de tudo não somos perfeitos, estamos constantemente a apreender e a reinventarmo-nos (se quiserem a inovar), bem como a sociedade e tudo que se desenvolve á nossa volta porque o elemento principal, o elemento coordenador é o Homem e esse não é perfeito. Nada é perfeito apenas melhora a cada segundo…numa constante evolução e esse sim, é o desígnio das coisas (não é direito dos reais é pura filosofia!).
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